uma bebida roubada
um sorriso escondido
e aquele oi
tímido
que sempre espera algo
sem nunca saber
o que virá
não sei muito bem
o que pensar
o que esperar
para onde fugir
só sei
que não quero
mais ir sozinho
nem que tenha
que voltar
sempre
para a lembrança
daquele olhar
perdido
em meio
a alucinações lisergicas
enquanto repito incontáveis vezes
seu nome
nem que tenha
que apanhar
o mesmo onibus
de quatro anos
atrás.
15 de julho de 2014
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