Deitei para descansar
à sombra de uma árvore qualquer
Sentir o sono chegar
E pensar um pouco na mulher
Dentro da minha hora magra
Sinto as outras oito engordando
Um filho que não é o meu
De um homem que esta pouco se lixando
E sinto um pesar no corpo
E minto sobre a disposição
De jogar lavagem ao porco
Que ja devorou o chiqueiro
E agora quer meu pão
E penso nos meus filhos
E lembro de quando era jovem
O mundo ainda era lindo
Onde os bons são felizes
E só os maus morrem
Mas hoje o que morreu
Foi a esperança de um dia mudar
Esse mundo perverso se eu
Nem sei mais pelo que lutar
1 de setembro de 2011
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4 comentários:
Porra, Menino! hahahaha
Lutemos por nós mesmos, então Ora bolas.
Um beijo
Miné, vc é foda!!Ótimo poema, mas sempre temos que buscar pelo que lutar, talvez fazer ajudar a construir um mundo melhor! ;]
Amor, você se superou nessa!
Tenho orgulho de você, já disse isso?
♥
vc sabe escrever, de verdade... olha, mexeu.
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